O documentário "Cibernética", retoma a voz da mulher na sociedade, enaltecendo o potencial significativo delas e propõe novas descobertas para o mundo da pesquisa, da ciência e das inovações tecnológicas. Ao explorar como algoritmos moldam comportamentos, decisões e percepções de realidade, o vídeo revela a complexidade das relações estabelecidas entre indivíduos e sistemas automatizados, colocando em questão a suposta neutralidade das tecnologias digitais. As entrevistas documentadas buscam persuadir a devida atenção para as desigualdades sociais presentes na sociedade, como também, trazem marcas da infância de cada criança que vive em um ambiente opressor de sonhar. Contudo, o vídeo revela que o preconceito e o racismo tanto no mercado de trabalho, quanto na educação. Retoma-se a sociedade patriarcal em que o homem deve assumir todos os cargos e ter o direito de voz na sociedade, enquanto a mulher é submissa aos serviços doméstico e ao cuidado dos filhos. No entanto, a premissa do documentário mostra a luta pelos direitos de expressão e voz na sociedade. Um ponto que nos chamou atenção, foi como o uso da tecnologia está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia. Ressalta-se que muitas das pessoas ainda não tem acesso ao mundo digital, na qual é utilizada para realizar atividades cotidianas, como por exemplo, a inscrição para o Enem.
A presença das tecnologias no ambiente escolar aumentou drasticamente, principalmente após a pandemia, quando a sala de aula foi reproduzida pelas telas. No cotidiano escolar e instituições de ensino têm gradualmente incorporado recursos tecnológicos em seus processos de ensino e aprendizagem. Para tornar o ensino produtivo, eficaz começaram a utilizar ferramentas como plataformas digitais, ambientes virtuais e sistemas. Nesse caso, é chave pôr debates aprofundados sobre algoritmos, dados e observação nos cursos de pedagogia. Além da habilidade técnica, a formação de professores deve ainda trazer uma postura crítica sobre os efeitos das tecnologias digitais nas áreas sociais, culturais e͏ políticas. É fundamental entender como os algoritmos e as estruturas de poder trabalham, é necessário para que os futuros educadores ͏atuem ͏de um jeito ético, consciente e dedicado à educação emancipadora.
Isso mesmo! É preciso que o tabu sobre tecnologia digital nas escolas seja quebrado e, com o preparo correto, possamos avançar nos métodos de ensino, com responsabilidade.
ResponderExcluirQuem fez esse comentário? é preciso assinar para que eu possa identificar, certo?
ExcluirRita fez esse comentário.
ExcluirGostei bastante de tudo, achei tudo bastante alinhado e bem pontuado. Destacaram também o quanto as entrevistadas mostram a luta pelos direitos de expressão e voz na sociedade, o que eu achei bastante importante!
ResponderExcluirO documentário traz a ideia de que os algoritmos moldam comportamentos e decisões, a tecnologia não é neutra. Também concordo com a parte que fala sobre a presença das tecnologias nas escolas e como, depois da pandemia, elas passaram a fazer mais presente no ensino. Por isso é importante, preparar educadores que vejam por trás das telas, os interesses, os impactos, as desigualdades... Essa consciência é essencial para uma educação que liberta, não que reproduz opressões.
ResponderExcluirAntes de qualquer coisa, quero dizer que adorei o blog de vocês :), achei uma gracinha. Sobre o texto, espero que nossa geração de pedagogos lidem melhor e continuem de forma sábia a junção da educação com a tecnologia digital
ResponderExcluirQuem adorou o blog? Se não identificar eu não como registrar o comentário, ja que está usando a conta do blog das duas. Esse comentário foi feito por Evely ou Raquel?
ExcluirEscrito por: Evely
ExcluirÓtimo post! A reflexão sobre as desigualdades sociais e de gênero, é fundamental de serem debatidas, principalmente quando consideramos que historicamente, áreas como a tecnologia, foram de forma majoritária ocupadas por homens. Romper com esses paradigmas é essencial, para construirmos uma sociedade mais justa e uma educação mais equitativa e transformadora.
ResponderExcluirEu amei o post, meninas! Achei interessante como vocês destacaram a questão da desigualdade de gênero no âmbito tecnológico e, é inpirador ver que isso está começando a mudar e que as mulheres estão ocupando cada vez mais esse espaço no mercado da tecnologia.
ResponderExcluirAcho relevante quando vocês mencionam a falta de acesso ao celular, pois isso nos leva a refletir sobre a chamada "meritocracia". Como esperar que alguém alcance oportunidades se não tem acesso sequer ao básico?
ResponderExcluirAtt: Elaine
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMeninas, gosto muito da reflexão e dos pontos que destacaram do documentário para pensarmos o lugar da mulher, as questões de racismo e de tecnologias. Contudo, preciso sinalizar que neste diário percebi dois textos que não dialogam. A ideia é que a escrita tenha um sentido e que as ideias das duas dialoguem. Não podemos escrever de forma colaborativa com cada uma escrevendo a sua parte, certo? Uma escreve, a outra acrescenta, modifica, transforma e no final as duas assinam pelo texto, certinho? bjos
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